cor azul marinho, bordada com um pequeno lobo (o mascote da região do Norte), e uma mancha de café que, segundo o vendedor, era “prova de uma aventura anterior”.
Desde então, ela acompanhou meus passos: na subida ao Pico do Itatiaia, onde protegeu meu rosto do sol enquanto eu corria para ver o nascer do sol; na praia de Copacabana, onde eu a usei para coletar conchas e ouvir músicos de rua; na cidade de Ouro Preto, onde ela ficou pendurada no balcão de um bar colonial enquanto eu provava a cachaça local.
A gorra tem riscos de pedra, manchas de chuva e o cheiro de sal do mar. Ela não é perfeita, mas é minha—e cada marca conta uma história. Quando eu a coloco, sinto que estou ligado a todos os lugares que visitei e a todos os que ainda vou descobrir. Porque a aventura não é sobre chegar a um destino. É sobre levar com você um pedacinho de cada lugar. E a minha gorra carrega todos esses pedacinhos.Aventura Gorra
2026-09-03 01:56:18
Aventura Gorra
A gorra não é apenas um acessório—é o símbolo de uma jornada sem rumo, onde cada trilha, cada café em uma praça desconhecida, cada conversa com um morador local se torna parte da sua história. Eu encontrei a minha em uma feira de antiguidades em Lisboa:
cor azul marinho, bordada com um pequeno lobo (o mascote da região do Norte), e uma mancha de café que, segundo o vendedor, era “prova de uma aventura anterior”.
Desde então, ela acompanhou meus passos: na subida ao Pico do Itatiaia, onde protegeu meu rosto do sol enquanto eu corria para ver o nascer do sol; na praia de Copacabana, onde eu a usei para coletar conchas e ouvir músicos de rua; na cidade de Ouro Preto, onde ela ficou pendurada no balcão de um bar colonial enquanto eu provava a cachaça local.
A gorra tem riscos de pedra, manchas de chuva e o cheiro de sal do mar. Ela não é perfeita, mas é minha—e cada marca conta uma história. Quando eu a coloco, sinto que estou ligado a todos os lugares que visitei e a todos os que ainda vou descobrir. Porque a aventura não é sobre chegar a um destino. É sobre levar com você um pedacinho de cada lugar. E a minha gorra carrega todos esses pedacinhos.
cor azul marinho, bordada com um pequeno lobo (o mascote da região do Norte), e uma mancha de café que, segundo o vendedor, era “prova de uma aventura anterior”.
Desde então, ela acompanhou meus passos: na subida ao Pico do Itatiaia, onde protegeu meu rosto do sol enquanto eu corria para ver o nascer do sol; na praia de Copacabana, onde eu a usei para coletar conchas e ouvir músicos de rua; na cidade de Ouro Preto, onde ela ficou pendurada no balcão de um bar colonial enquanto eu provava a cachaça local.
A gorra tem riscos de pedra, manchas de chuva e o cheiro de sal do mar. Ela não é perfeita, mas é minha—e cada marca conta uma história. Quando eu a coloco, sinto que estou ligado a todos os lugares que visitei e a todos os que ainda vou descobrir. Porque a aventura não é sobre chegar a um destino. É sobre levar com você um pedacinho de cada lugar. E a minha gorra carrega todos esses pedacinhos.
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